Você procura um plano de saúde, mas tem dúvidas sobre se é melhor escolher um completo ou com coparticipação? Essa dúvida é normal. Afinal, o primeiro paga mais, mas você não precisa se preocupar depois. O segundo tem valor mais baixo, mas haverá cobranças extras.

Esse assunto é confuso para você? Então, leia este texto. Aqui, vamos explicar as diferenças para ajudar na sua decisão. Confira!

O que é plano de saúde completo?

Um convênio médico completo é aquele com um valor fixo, que cobre todos os procedimentos, as consultas e os exames. Ele pode ser individual, familiar ou coletivo. Por ser um plano mais abrangente, tende a ter uma mensalidade mais cara — no entanto, é possível encontrar opções acessíveis.

O que é um plano de saúde com coparticipação?

A coparticipação ocorre quando o contrato prevê um valor fixo, mas sempre que o beneficiário fizer algum procedimento — inclusive consultas e exames — paga uma quantia extra. Geralmente, ela é definida em porcentagem, mas já existem operadoras com tabela fixa de preços.

Por exemplo, imagine que o plano de saúde tenha coparticipação de 20%. Nesse caso, uma consulta de R$ 250 levará a um acréscimo de R$ 50. Se a coparticipação for de 40% — máximo permitido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) —, o adicional chega a R$ 100.

Quanto maior for a coparticipação, menor tende a ser a mensalidade. No entanto, é importante verificar com a operadora antes de assinar o contrato.

Além disso, desde 2019, a ANS determinou que o limite mensal pago em coparticipação nunca pode ultrapassar o valor da mensalidade. Além disso, o total anual deve ser o equivalente a 12 meses de cobrança, no máximo.

Outra regra importante foi a proibição de incidência de coparticipação diferenciada de acordo com a patologia ou a doença. Sem contar que existem mais de 250 procedimentos isentos.

Completo ou coparticipação: o que é melhor?

Na realidade, a definição precisa ser feita por você. Se a sua procura é por um plano coletivo empresarial ou por adesão, a coparticipação tende a ser mais vantajosa. Nesses casos, ela se transforma em um instrumento de conscientização.

Explicando melhor: como o beneficiário terá que pagar parte dos procedimentos que realizar, ele costuma investir na medicina preventiva. Assim, gasta menos ao longo do tempo, em vez de arcar com uma quantia elevada de uma só vez.

Por outro lado, se a sua busca é por um plano familiar ou individual, é necessário considerar as condições em que está. Em um primeiro momento, a coparticipação parece mais interessante, porque a mensalidade tende a ser menor. Mas nem sempre isso significa que há economia de fato.

Por isso, se houver algum caso de doença crônica ou necessidade especial, ou ainda se seu intuito seja o de engravidar, o plano completo costuma ser mais benéfico, porque tudo já está incluso. Ou seja, não existirão surpresas.

Essa modalidade também é mais indicada para planos que incluem crianças ou idosos. Nessas faixas etárias, o uso dos convênios médicos tende a ser maior.

Se nenhuma dessas condições se enquadra em sua situação, opte pelo plano de saúde com coparticipação. Assim, você paga menos por mês e pode se programar para os procedimentos que realizar. Ainda assim, compare o valor das mensalidades com e sem coparticipação para ver se realmente vale a pena no custo-benefício.

Agora você já sabe como escolher o plano completo ou coparticipação. Não existe resposta correta. Realmente depende da sua realidade. Por isso, faça uma análise aprofundada para decidir o melhor.

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